segunda-feira, 15 de agosto de 2011

UMA GRANDE CONQUISTA PARA O TURISMO NA CHAPADA DIAMANTINA

UMA GRANDE CONQUISTA PARA O TURISMO NA CHAPADA DIAMANTINA

IGREJA DE 1847 PODERÁ FAZER PARTE DE ROTEIRO CULTURAL DO IPAC


Datada de 1847 a igreja de Nossa Senhora da Conceição, localizada no coração da Bahia – centro geográfico do estado –, no município baiano de Seabra, a 458 km de Salvador, pode se tornar um dos principais pontos de visitação para o roteiro de turismo cultural a ser implantado na Chapada Diamantina.

Em reconhecimento à importância dessa igreja a comunidade local se mobiliza para a inserção do monumento histórico no roteiro de turismo cultural que está sendo construído pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), autarquia vinculada à Secretaria de Cultura (SecultBA), em parceria com o Departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA).


O templo é dos mais antigos da região e as festividades religiosas que nela acontecem fazem parte do calendário devocional dos moradores locais. Localizada no Povoado de Campestre, primeira sede do município, o local serviu de refúgio para as tropas do Coronel Manuel Fabrício de Oliveira contra o cerco realizado por outro conhecido coronel da região, Horácio de Mattos. Nas paredes desse templo católico do século 19, ainda podem ser vistas as marcas de balas que lembram esse episódio.



A localidade também foi passagem da famosa Coluna Prestes, movimento político-militar brasileiro ligado ao “tenentismo” ocorrido entre 1925 e 1927. A “coluna” foi caracterizada por insatisfações com a República Velha, exigência do voto secreto, defesa do ensino público e obrigatoriedade do ensino primário.



A igreja também tem importância arquitetônica. Sua fachada principal é flanqueada por cunhais e possui três portas com mesmo número de janelas e arco abatido. A frente da construção tem escadaria de pedra encimada por um frontão ladeado por dois coruchéus, que são os arremates pontiagudos que ficam na parte de cima das torres ou campanários. Os beirais dos telhados terminam sobre cornijas, que servem para ocultar o telhado e impedir que as águas escorram pelas paredes, conhecida também como cimalha ou corônide.



Apesar do antigo apogeu, a Vila de Campestre atualmente possui população estimada em apenas 50 famílias totalizando cerca de 200 pessoas. Elas se dedicam à produção de banana e café. O acesso à Campestre é feito através de estrada de barro, distante cerca de 12 Km de Seabra. Diversas casas possuem portas e janelas em madeira, indicando arquitetura típica do final do século 18 e início do século 19.



Levantamento dos patrimônios culturais do município está sendo feito por técnicos do IPAC a fim de identificar bens de valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental a serem preservados. Segundo a coordenadora de Educação Patrimonial (Cepa) do IPAC, Ednalva Queiroz, que promoveu cursos no município “a região tem importância diante do cenário de lutas territoriais do coronelismo entre os séculos 19 e 20, por ter sido matriz da sede de Seabra e, ainda, pelo acervo de imaginária barroca de qualidade”, diz Queiroz.



Internamente a igreja tem piso em lajota de barro, passadeiras em pedra na parte central da nave e capela. Destacam-se imagens de Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora do Rosário e Senhor Morto em madeira policromada. O roteiro cultural integrará o projeto “Circuitos Arqueológicos” do IPAC/UFBA. Desde 2008, o IPAC realiza pesquisas e mapeamento do acervo arqueólogico-cultural da região para criar esses circuitos, que deverão ser visitados por turistas. Mais informações através da Cepa/IPAC nos telefones 3116-6737 no site www.ipac.ba.gov.br.
Reportagem saiu também no Diário Oficial do Estado da Bahia, em 07 / 07 /2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

CAMPESTRE ........

SUA HISTÓRIA

No início do Século XVIII, florescendo as minas de Jacobina e Rio de Contas, a metrópole
determinou a abertura de uma estrada que ligasse os dois núcleos de exploração aurífera.
Garimpeiros desiludidos com as exigências reais vinculadas à mineração, estabeleceram-se no
cruzamento da estrada real com o rio Cochó, desenvolvendo a agropecuária. O local tornou-se
ponto de pouso para viajantes em trânsito para as minas, especialmente nas épocas das enchentes
do rio. Formou-se a povoação denominada “Passagem de Jacobina”.
Este povoado, já com o nome de Campestre, foi elevado à freguesia em 1847, com o nome
de Nossa Senhora da Conceição do Campestre.
Em 1889, criou-se o município de Vila Agrícola de Campestre.
Alterou-se o topônimo para Dr. Seabra, em 1915, e para Seabra, em 1931.
O topônimo é uma homenagem ao Dr. Joaquim José Seabra, ex-governador da Bahia.
No decorrer de sua história, Seabra teve seu território desmembrado para formar os
municípios de Iraquara e Souto Soares, em 1962.
Os nativos de Seabra são chamados seabrenses.
Gentílico: seabrense
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Vila Agrícola de Campestre, pela lei provincial nº
899, de 15-05-1863, subordinado ao município de Lençóis.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Vila Agrícola de Campestre, pela lei
provincial nº 2652, de 14-05-1889, desmembrada do município de Lençóis. Sede na antiga
povoação de vila d povoação de Vila Agrícola de Campestre. Constituído do distrito sede.
Instalada em 14-12-1889.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Campestre, pelo decreto estadual nº
491, de 22-06-1891.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município já denominado
Campestre é constituído do distrito sede.
Pela lei estadual nº 1126-A, de 27-08-1915, o município de Campestre tomou a
denominação de Doutor Seabra.
Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, o município de Doutor
Seabra (ex-Campestre) aparece constituído de 4 distritos: Doutor Seabra, Jatobá, Parnaíba e
Várzea do Caldas. .
Pelos decretos nºs 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931, o município de Doutor
Seabra passou a denominar-se simplesmente Seabra.
Pelo decreto estadual nº 8416, de 10-05-1933, é criado o distrito de João Pessoa e anexado
ao município de Seabra.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Seabra (ex-Doutor
Seabra) é constituído de 5 distritos: Seabra, Jatobá, João Pessoa, Parnaíba, Várzea do Caldas.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 141, de 31-12-1943, retificado pelo decreto estadual 12978, de
01-06-1944, os distritos de Jatobá, João Pessoa e Parnaíba tomaram a denominação,
respectivamente, de Baraúnas, Iraquara e Esconso.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5
distritos: Seabra, Baraúnas (ex-Jatobá), Esconso (ex-Parnaíba), Iraquara (ex-João Pessoa) Jatobá e
Várzea do Caldas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
Pela lei estadual nº 628, de 30-12-1953, é criado o distrito de Licuri (ex-povoado), com
terras desmembradas do distrito de Iraquara e anexado ao município de Seabra. Sob a mesma lei
estadual a cima citada o distrito de Esconso tomou a denominação de Iraporanga.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 6 distritos:
Seabra, Baraúnas, Iraporanga (ex-Esconso), Iraquara, Licuri e Várzea do Caldas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 1697, de 05-07-1962, desmembra do município de Seabra os distritos
de Iraquara e Iraponga, para constituir o novo município de Iraquara.
Pela lei estadual 1700, de 05-12-1962, desmembra do município de Seabra o distrito de
Licuri. Elevado à categoria de município com a denominação de Souto Soares.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 3 distritos:
Seabra, Baraúnas e Várzea do Caldas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas municipais
Vila Agrícola de Campestre para Campestre, pelo decreto estadual nº 491, de 22-06-1891.
Campestre para Doutor Seabra, alterado pela lei estadual nº 1126-A, de 27-08-1915.
 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

 CAMPESTRE: CENÁRIO DE FILME.



 Filmagem na Praça da Matiz, onde no século XIX, foi palco de Batalhas entre  Manoel Fabricio (Chefe local) e Hóracio de Matos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Campestre faz parte da história da Bahia


Igreja N. Sra. da Conceição do Campestre ft Alunos Oficina Fotografia
Localizada no Povoado de Campestre, primeira sede do município de Seabra, Chapada Diamantina, a 458 km da capital baiana, a Igreja Nossa Sra. da Conceição é datada de 1847 e serviu de refúgio para as tropas do Coronel Manuel Fabrício de Oliveira contra o cerco realizado por Horácio de Matos.
4 fotos | 34 visualizações
itens são de 15 de Jun de 2010 a 18 de Ago de 2010.
Igreja N. Sra. da Conceição do Campestre ft Alunos Oficina Fotografia
Interior Igreja N. Sra. da Conceição do Campestre ft Ligia Larcher
Igreja N. Sra. da Conceição do Campestre ft Ligia Larcher
Imagem N. Sra. do Rosário ft Ligia Larcher

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Meu CAMPESTRE

Seabra é um município brasileiro do estado da Bahia. Trata-se de uma das cidades mais populosas da região da Chapada Diamantina, com população de 40.562 habitantes, sendo dotada de uma infra-estrutura mínima de hotelaria que abriga o excedente turístico derivado dos Municípios de Lençóis, Palmeiras e Iraquara.
Este Município possui um campus da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), o qual abriga o curso de Letras.
Seu nome é uma homenagem ao antigo governador da Bahia, J. J. Seabra. Seu antigo nome era Cochó do Péga.
Seabra está localizada na Chapada Diamantina, na Microrregião Centro Sul Baiano e por isso muito conhecida. A cidade citada está 830m de altitude acima do nível do mar, possuindo um clima seco e sub-úmido, destacando-se, portanto, a Serra do Gado Bravo, como o ponto culminante do Município, já que, está a 1300m acima do nível do mar. A temperatura é média, considerada uma das mais baixas da região, sendo de 21ºC, - a máxima de 25,7ºC, sendo Novembro e Janeiro os meses mais chuvosos e os meses de junho e julho os mais frios do ano. A vegetação característica é a de caatinga – floresta estaciona, e refúgio ecológico e montanhoso. Há caatinga arbórea densa com palmeiras e caatinga arbórea densa sem palmeira.
No passado, Seabra estava inserida, no conjunto da sub-região denominada de Lavras Diamantinas com Andaraí, Mucugê, Lençóis e Palmeiras, não apresentado no seu solo a formação e riqueza diamantífera das outras Municipalidades. Destaca-se por ser considerada a Capital da Chapada Diamantina, já que seu comércio é tido como um dos mais expressivos da região. A economia é baseada na agricultura, no comércio, em pequenas indústrias, na agricultura, na extração de minérios, dentre outros.
Seus principais distritos são: a Sede, Baraúnas (Jatobá), Velame, Mocambo, Vázea do Caldas, Campestre, Lagoa da Boa Vista, Alagadiço, Beco e Cochó do Malheiro. Segundo alguns, a cidade seria privilegiada, pois há várias rodovias de acesso como BR 242 – BA 148 – Boninal; BR 242 e BA 849 – Palmeiras; BR 242 - BR 116 - BR 324 – Salvador; BR 242 – Brasília.
Em relação à Hidrografia, os rios principais são o rio Cochó, rio Tijuco (limite com o município de Palmeiras), rio da Prata e o rio dos Riachos. Sendo o rio Campestre considerado um mero riacho.

História

Segundo o IBGE, os primeiros núcleos de povoamento da Chapada Diamantina surgiram no início do século XVIII, com o crescimento das minas de ouro de Jacobina e Rio de Contas. A Coroa Portuguesa determinou uma abertura de uma estrada que ligasse as duas regiões de exploração aurífera. Esta estrada, chamada de “Estrada Real”, contava hoje as terras pertencentes ao município do Seabra, até então desertas.
Muitos portugueses foram atraídos pelo garimpo do ouro, mas desiludidos com as exigências do Império vinculadas ao precioso metal, se fixaram naquela região, dedicando-se à agricultura e pecuária.
O primeiro núcleo de povoamento foi a Vila de Iraporanga (Ex - Esconso e Parnaíba), hoje Iraquara.
É tradição oral que a cidade de Seabra antes denominada povoado de São Sebastião do Cochó do Pega, originou-se de um aglomerado de casas de palhas que serviam de pouso aos viajantes, no início chamado de Passagem de Jacobina.
Provavelmente, na mesma época surge a povoação de Campestre que foi a primeira Sede do município. Campestre pertencia na época ao município de Nossa Senhora do Livramento do Rio de Contas. Em 15 de Março de 1847 foi elevada à Sede de Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campestre, confirmada pela Lei Providencial 899 de 15 de Maio de 1863 que criava o distrito de paz de campestre. Posteriormente em 1868 foi Freguesia de campestre elevado à categoria de vila com a denominação de vila agrícola de campestre pela Lei Provincial de número 2652 de 14 de Maio de 1889 que também criava o município de Campestre com território desmembrado de Lençóis, sendo instalado categoria de cidade pelo Decreto 491. Distrito de Jatobá, hoje Baraúnas pela Lei Estadual 776 de 265 de maio de 1910. Transferência da sede de campestre para o povoado de São Sebastião do Cochó do Pega.
Em 22 de Março de 1922, conforme ata do conselho municipal, já se pensava na transferência da Sede do município de Campestre para o Povoado de São Sebastião do Cochó – a proposta foi apresentada verbalmente pelo Conselheiro Manoel Muniz Barbosa, mas deixava a transferência a critério do Sr. Intendente do Diretório Político e do Coronel Horácio de Matos.
Em 1929, o Coronel Horácio de Matos fez a transferência para a referida povoação que passou a se chamar Dr. Seabra. Não se tem conhecimento de nenhum ato que oficialize a transferência.
Em 27 de Agosto, a Lei Estadual nº 1125 oficializava a nova denominação. Depois, os Decretos estaduais nº 7453, de Junho de 1931 e 7459, de 8 de Julho do mesmo ano, simplificam o nome da cidade e do Município que passaram a ter a denominação de Seabra.

Turismo

1 – POVOADO DE LAGOA DA BOA VISTA - Foi fundado após a passagem da Coluna Prestes, onde algumas famílias se fixaram por causa do clima aprazível e das boas condições para formação de fazendas. Como principal atrativo se apresentam as fachadas das casas residenciais e comerciais, muito trabalhadas, com uma grande variedade de motivos. A poucos quilômetros, a caminho de Iraquara, fica a Cachoeira do Riação, uma seqüência de escorregadeiras. Um local muito bonito.
2- POVOADO DE VALE DO PARAÍSO, ANTIGO GADO BRAVO - Tem em sua arquitetura colonial popular sua mais marcante, com fachadas das casas decoradas com detalhes diversos e suas calçadas feitas de pedras, em degraus. O seu cemitério bizantino da cidade de Mucugê: fica localizado no ponto mais alto do povoado. Mas tem ainda um atrativo natural, a Serra do Gado Bravo, a 1415m de altitude (ponto culminante da APA Marimbus-Iraquara), de onde se tem uma deslumbrante vista de diversos municípios da Chapada. É uma caminhada que vale a pena ser feita, inclusive pela existência de muitas bromélias, orquídeas e cactáceas, das mais diversas formas e cores, entre outras plantas nativas. Nas proximidades ficam algumas grutas onde se vêem diversos painéis de pinturas rupestres.
3 – POVOADO DE COCHÓ DO MALHEIRO - Maior mercado de gado da região no século XIX, foi palco de sangrentas batalhas entre Heliodoro de Paula Ribeiro (Deputado na Constituinte de 1891) e os Sá (de Lençóis e seus aliados locais), por ter desmembrado do Município das Palmeiras, respectivamente, Seabra e Palmeiras. O povoado chegou a ser totalmente destuído. Sua arquitetura é o ponto marcante, representada pela casa que pertenceu ao Deputados e a outras, além da igreja.
4 – POVOADO DE CAMPESTRE - Foi a primeira sede do município de Seabra. Sua igreja, N. Sra. da Conceição, é datada de 1847. Aí também ocorreram violentas batalhas entre os coronéis Horácio de Matos e Manoel Fabrício, além de ter sido marcada pela passagem da Coluna Prestes.
5 – POVOADO DE ALAGADIÇO – Povoado que já foi importante mercado local, hoje decadente, tem como destaque a sua arquitetura, restos da Estrada Real, o Complexo Arqueológico de Alagadiço (formado por 19 sítios) riquíssimos em painéis de pinturas rupestres e, ainda, um cemitério indígena (entre aspas porque não foram encontrados restos mortais, apenas peças de cerâmica características dos índios que habitavam a região – estudados pela UFBA), além de sua flora.
6 – IGREJA DE BOM JESUS – Localizada no ponto mais alto do centro da cidade, construída em quartzito rosa, em estilo moderno (1975), é o terceiro maior templo católico do mundo, construído com essa pedra.
7 – IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO - Localiza-se também no centro da cidade. Foi contruída em homenagem ao santo padroeira da cidade, como pagamento de uma promessa: o Sr. Antônio Laureano Pires prometeu ao Santo que se a cidade não fosse atingida pela peste bubônica, que assolava a região, ele erigiria uma igreja. O santo “fez” a parte dele... Construída inicialmente em estilo barroco, foi demolida porque ameaçava desabar. A atual é em estilo moderno.
8 – MARCO ZERO - Na praça Luiz Henrique Xavier Acosta, centro da cidade, fica “um monumento” que representa o centro geográfico da Bahia.
9 – GRUTAS E CAVERNAS – Especialmente na planície calcária, entre Seabra e Iraquara estão algumas grutas e cavernas de grande beleza, como a Buraco do Cão, Diva de Maura, Gruta de Santa, do Talhão, etc. Porém a única que tem estrutura turística é a primeira, que tem como atrativos, o Bolo de Noiva, que é um conjunto de represas de travertinos de 10m de altura; um pequeno fóssil encrustrado na rocha, uma infinidade de estalactites e estalagmites, espeleotemas das mais diversas formas e cores e um lago de 600m de extensão
 FONTE  http://www.bahiaemfoco.com/Seabra